domingo, 30 de março de 2014
sábado, 22 de março de 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
É só aproveitar sua chance!
Sempre que acontece algo de ruim na minha vida, tenho vontade de mudar o cabelo. O cabelo, as roupas, o filme favorito, os lugares pra onde costumo ir, as bandas que mais gosto de escutar. Mudar o exterior é relativamente fácil, o problema é conseguir mudar o que tem aqui dentro. Se já é tão difícil construir relações, vínculos, costumes e rotina… imagina só o trabalho que dá pra desconstruir tudo? Começar do zero é quase sempre triste. Mas é triste mesmo só no começo.
Eu sou dessas que adoram dar pitaco e conselho para os outros, mas nunca sigo minhas próprias ideologias. Só paro de chorar quando tenho o resultado final esfregado na minha cara. Sem essa de pensar: “Não tem problema, vai passar. Isso já aconteceu antes e vai acontecer de novo. Mudanças são boas, e sempre vem na hora certa, mesmo que não esteja parecendo nesse momento. Lá na frente eu vou colher os frutos positivos desse desvio de rota, que só aconteceu porque tinha que acontecer alguma hora. Não fique com medo do novo, vá descobrir o que o seu futuro te reserva!”. Não mesmo. Essas frases só servem para os outros.
Esse lance de ser tirada da minha zona de conforto… é como se eu estivesse sendo carregada direto pro portão do inferno, tipo uma cena de Family Guy hahahaha. Me dá medo, sabe? De ficar sozinha, de não encontrar mais a felicidade. É só no final do ciclo da mudança que consigo enxergar a mesma coisa, sempre : tudo acontece por um motivo. Não tô falando de destino traçado ou Deus escrevendo certo por linhas tortas. É mais uma questão de sobrevivência. Depois que o baque passa, nós superamos. Pode demorar semanas, meses ou anos, mas sempre superamos. Substituímos tradições e encontramos pessoas novas. Trocamos experiências, montamos um novo plano e seguimos adiante.
Essa é uma das coisas mais maravilhosas da vida! Podemos sempre nos reinventar, sonhar com objetivos que nunca imaginamos alcançar, ir para um lugar novo… e tentar outra vez! É só aproveitar sua chance.
(Fonte: http://www.radioactiveunicorns.com/2014/03/05/pra-se-reinventar/)
sábado, 15 de março de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
Birdy - Wings
domingo, 9 de março de 2014
Vida distraída...
Quando se está vivendo uma vida distraída, dispersa, cada minuto precisa ser contabilizado. Você sente que precisa estar cumprindo alguma tarefa da lista, olhando para uma tela, ou correndo para o próximo compromisso. E não importa de quantas maneiras você divide o seu tempo e atenção, não importa quantas obrigações você cumpra em modo multi-tarefa, nunca há tempo suficiente em um dia.
(...)
Essa foi minha vida por dois anos frenéticos. Meus pensamentos e ações foram controlados por notificações eletrônicas, toques de celular e uma agenda lotada. Cada fibra do meu sargento interior queria cumprir com o tempo de cada atividade marcada na minha agenda super-lotada, mas eu nunca conseguia estar à altura.
(...)
Nunca mais direi: “Não temos tempo pra isso”, pois é basicamente dizer que não se tem tempo para viver.
Tomar seu tempo, pausar para deleitar-se com as alegrias simples da vida é o único jeito de viver de verdade – acredite em mim, eu aprendi da especialista mundial na arte de viver feliz.
(Fonte: http://blog.comshalom.org/carmadelio/35829-o-dia-em-que-parei-de-mandar-minha-filha-andar-logo)
quarta-feira, 5 de março de 2014
Conheça as 3 lições da carreira Jorge Paulo Lemann!
1- Amplie seus horizontes
Segundo o empresário, estudar no exterior não é essencial, mas soma. Antes de entrar na Universidade de Harvard, aos 17 anos, Lemann conta que o mundo dele se restringia a “ganhar o próximo torneio de tênis e pegar a maior onda” na praia do Arpoador, no Rio de Janeiro.
Mas a universidade abriu seus horizontes. “Li coisas que nunca tinha lido antes, convivi com os alunos mais inteligentes do mundo. Me deu uma outra perspectiva”, afirma.
Mas voltou ao Brasil sem saber muito o que fazer da vida. Para isso, abriu ainda mais seu leque de opções. “Eu achei que em um banco de investimentos teria a chance de ver vários negócios e oportunidades sem me comprometer com uma carreira específica”, conta.
Aos 21 anos, enquanto morava na Suíça, ganhou o campeonato suíço de tênis e Lemann representou o país na Copa Davis de 1962 e o Brasil em 1973, após ingressar na equipe da Federação Suíça. Foi pentacampeão brasileiro na modalidade.
Lição: “A única maneira de se encontrar é fazendo, testando. Isso abre o horizonte um pouco”, afirma. Agora, “não pode passar o resto da vida testando senão não chega a nenhum lugar”.
2- Aprenda a errar
Ninguém gosta de cometer erros, mas é muito importante aprender com eles, sobretudo para não repeti-los. Após passar um tempo na Suíça, Lemann voltou ao Brasil e se juntou a uma empresa nascente no setor financeiro. “Eram pessoas formadas em Yale, Princeton. Mas eram muito melhores vendedores e marqueteiros do que administradores”, disse.
Sabe o que aconteceu? “Emprestaram dinheiro mal e depois de quatro anos, a empresa faliu”, conta. “Eu não era da área do crédito, nem diretor da empresa, mas estava ali no meio”. O gosto do primeiro fracasso foi traumático, nas palavras dele. “Eu achava que era o bom, formado em Harvard. Mas com 25, 26 anos, eu estava sem dinheiro nenhum participando de um fracasso”, conta.
Lição: “Eu vinha do tênis que a gente perde, não ganha sempre. Eu aprendi que se você perder, você te quem usar aquela experiência para aprender o que fez de errado e como ganhar da próxima vez”, diz. A fortuna de 21,5 bilhões de dólares, segundo a Bloomberg, deixa claro que ele aprendeu a lição.
3- Arrisque, pois o maior risco é não se arriscar.
Quanto maior o risco, maior o ganho. Isso resume a carreira e o sucesso de Lemann. Após recuperar o seu primeiro grande erro, de acordo com ele, ele rejeitou uma opção de carreira mais segura em grandes bancos, para enveredar por um terreno mais arriscado em instituições menores. E detalhe: na época, ele já tinha mulher e filhos pequenos para criar. “Eu achava que tinha mais potencial para crescer e me sentia mais livre trabalhando em uma empresa que estava começando do que em um negócio burocratizado”, afirma.
No início da década de 80, o empresário e seus sócios decidiram “se meter em um negócio que ninguém conhecia direito”: a compra das Lojas Americanas. “No mercado financeiro, ganhava-se muito dinheiro, mas era irreal. Queríamos uma coisa mais sólida”, contou.
Na compra de 70% das ações, o grupo de empresários desembolsou 23 milhões de dólares. “Mas tínhamos uma válvula de escape. As Lojas Americanas tinham 100 milhões de dólares em imóveis. Se nada desse certo, tínhamos o seguro dos imóveis”, disse.
Lição: No tênis, Lemann aprendeu que o maior risco é não se arriscar. “Você sempre tem que se arriscar. Mas você só começa a ter uma sensibilidade de quando dá para arriscar baseado no que já praticou”, afirmou. Não importa aonde, nenhum risco deve ser cometido na total escuridão.
(Fonte:http://www.engenhariae.com.br/curiosidades/3-licoes-da-carreira-do-homem-mais-rico-do-brasil/)
segunda-feira, 3 de março de 2014
sábado, 1 de março de 2014
HAIM - If I Could Change Your Mind
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